Chegamos em Brejo na sexta-feira a noite, descansamos ao som das toyotas indo pra feira a noite inteira, acordamos bem dispostos no dia seguinte!
No sábado pela manhã compramos uma foice e fomos à procura da via, cuja trilha de acesso ja estava completamente fechada. Geysson e Dago traçaram uma linha no meio do mato e seguiram reto, terminando incrivelmente na base da via.
Dago entrou na via, guiando a parte já conquistada e bateu mais dois grampos na sequencia. Depois eu entrei e coloquei mais 3 grampos, mantendo a via em linha reta, passando por uma barriguinha (o crux até o momento) e uma sequencia de platôs. Em seguida entrou o Luciano que teve de descer após chegar no ultimo grampo pois começou a chuviscar.
No sábado pela manhã compramos uma foice e fomos à procura da via, cuja trilha de acesso ja estava completamente fechada. Geysson e Dago traçaram uma linha no meio do mato e seguiram reto, terminando incrivelmente na base da via.
Dago entrou na via, guiando a parte já conquistada e bateu mais dois grampos na sequencia. Depois eu entrei e coloquei mais 3 grampos, mantendo a via em linha reta, passando por uma barriguinha (o crux até o momento) e uma sequencia de platôs. Em seguida entrou o Luciano que teve de descer após chegar no ultimo grampo pois começou a chuviscar.


Voltamos dando mais um grau na trilha e marcando-a no GPS pra depois fazer o mapa.
No domingo Heraldo Babau se juntou a nós pra dar uma força na conquista. Luciano e Dago sairam mais cedo e depois fomos eu, Geysson e Babau pra base da via.
Luciano entrou na via, bateu mais um grampo e a parada dupla, aos 55m, praticamente em linha reta, o que permitiu esticar a corda quase toda com pouco arrasto! Na sequencia entrou o Dago, bateu mais dois grampos e desceram enquanto nós da segunda equipe subiamos. Eu bati mais dois grampos e desci pra parada, Babau assumiu a ponta da corda e quando estava pronto pra bater o grampo começou a chover, como ele estava em um lance fácil, porém de rampa, sem pés grandes, tudo começou a escorregar, e o furo não rendia, até que ele resolveu descer de baldinho na broca, até o grampo de baixo, boa história pra contar!
No domingo Heraldo Babau se juntou a nós pra dar uma força na conquista. Luciano e Dago sairam mais cedo e depois fomos eu, Geysson e Babau pra base da via.
Luciano entrou na via, bateu mais um grampo e a parada dupla, aos 55m, praticamente em linha reta, o que permitiu esticar a corda quase toda com pouco arrasto! Na sequencia entrou o Dago, bateu mais dois grampos e desceram enquanto nós da segunda equipe subiamos. Eu bati mais dois grampos e desci pra parada, Babau assumiu a ponta da corda e quando estava pronto pra bater o grampo começou a chover, como ele estava em um lance fácil, porém de rampa, sem pés grandes, tudo começou a escorregar, e o furo não rendia, até que ele resolveu descer de baldinho na broca, até o grampo de baixo, boa história pra contar!

Dago iniciando a segunda enfiada
Cauí batendo o penúltimo grampo da investida, Geysson e Heraldo na P1.

Sãos e salvos, de volta à parada, passou a chuva que tinha vindo só de sacanagem, eu consegui chegar no locar do grampo pra resgatar o batedor, terminei o furo munido de um cliff talon por segurança. Já era tarde e começou a chover novamente, descemos com fome e sensação de ter dado uma boa investida durante o fim de semana.

A via é sempre em regletes e laquinhas, e possui algumas passadas de aderência. Do início ao fim da via existe um tipo vegetação espalhado na superfície da pedra, mas escala-se pela rocha limpa entre as bromélias tranquilamente, atenção na hora do rapel para não arrancar tudo!Até o momento está graduada em 4° VI(barriguinha na 1ª enfiada) E3 (um lance fácil encontra-se exposto, mas os cruxs estão E1) D1 90m.
Croqui provisório
Comentários
kkkkkkkkk
Parabéns garotos....essa promete...
nesse dia quebramos DUAS brocas, uma de 12 (no 1° dia de uso) e uma de 13 (no primeiro FURO). ta foda, nao duram nada!
a que quebrou foi uma irwin que compramos sexta-feira, nao durou 3 minutos...